
Pesquisadores egípcios estudam antiga rota citada na Bíblia
04/09/2026Por Viviane Castanheira, do Ongrace

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A expectativa por uma mudança tomou conta da Igreja Internacional da Graça de Deus na Taquara Merck, no Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (02/09). Com o templo lotado, pessoas chegaram à reunião levando dores, limitações e histórias que buscavam um novo desfecho. Em meio a orações, louvores e à mensagem da Palavra, a fé foi o fio que conduziu o culto comandando pelo Missionário R. R. Soares.

Entre elas estava Bruna de Souza Negreiros, 43 anos, cuidadora de idosas. A rotina pesada havia cobrado um preço alto: dores na coluna que já se arrastavam há dois meses, fruto do esforço diário e da falta de exercício. “Estou muito feliz. Eu vim com a minha fé e estou saindo daqui com a minha bênção, porque acreditei”, contou, com a voz ainda emocionada.


A expectativa já tomava conta do lugar desde o momento de adoração, conduzido pelo cantor e pastor Tiago Peres, diretor artístico da gravadora Graça Music, ao lado do Pr. Matheus Lima, ministro de louvor da sede da IIGD no Rio de Janeiro.

O Pr. David Santos, que está à frente da Igreja na Taquara, ministrou aos corações para o que viria a seguir: “Nós cremos que o Senhor está aqui neste lugar, nesta noite, para operar milagres.”

Quando o Missionário subiu ao púlpito, ele pregou com base no capítulo 2 de Malaquias, falou da queda de Adão, da promessa de restauração e do preço pago na cruz. “Se você está enfrentando qualquer situação difícil, de qualquer escravidão, doença, miséria, sofrimento, confie na mão do Senhor Deus, porque ela nunca perde uma batalha”, disse. E completou: “Nenhuma religião salva, só tem um Salvador, que é Jesus. Quando a pessoa entende, ela é salva na hora.”
O momento de intercessão começou pela salvação de quem decidiu entregar a vida a Cristo naquela noite. Em seguida, o Missionário orou em prol de quem sofria de enfermidade nos braços, e depois em favor das pessoas com problemas de mobilidade.

José Antônio da Silva, 85 anos, usava muleta por causa do quadril havia dois anos. Ao sentir o corpo responder, não conteve a emoção: “Estou me sentindo muito melhor. Passei dois anos sofrendo, nenhum médico dava jeito. Estou feliz com a minha bênção e sei que Jesus vai completar a obra na minha vida”.

Luiza de Sousa Vieira, 92, com os dois joelhos operados e prótese, resumiu tudo em uma frase: “Deus me resgatou na hora certa!”

Lucineia Simões, 72, sentia dormência nos pés havia três meses. “Vim buscar meu milagre hoje e volto para casa com ele”, disse, já se despedindo.

Hahoama Silva Baldonedo, 65, professora de academia, não conseguia subir escadas por causa da artrose no joelho. Depois da oração, atravessou o corredor em passos firmes. “Louvado seja o Nome do Senhor Jesus, que me concedeu essa bênção.”





