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Encontradas novas evidências da Arca de Noé

Por Carlos Fernandes, do Ongrace

O monte Ararate, na Turquia: novas descobertas reforçam a tese de que arca de Noé esteve ali, conforme relato bíblico – Imagem: Naeblys / Adobe Stock

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Mais uma vez, descobertas arqueológicas caminham em consonância com a Bíblia Sagrada. Pesquisadores anunciaram, no fim de dezembro, o achado de fragmentos de cerâmica na região do monte Ararate, no extremo leste da Turquia. A revelação ocorreu na Formação Durupinar, estrutura geológica que lembra o formato de um grande barco e que, há tempos, tem sido estudado. Além de acender a imaginação de quem crê na veracidade da Bíblia, o que reforça a tese de que a grande arca de Noé, de fato, existiu, o texto de Gênesis 8 registra que, após o Dilúvio, a enorme embarcação “repousou sobre as montanhas de Ararate” (v. 4).

As peças, cuja idade estimada é de cinco mil anos — período compatível, segundo muitas correntes teológicas, àquele em que teria ocorrido a grande catástrofe das águas — foram encontradas durante as obras para a abertura de uma estrada, próxima à cidade turca de Dogubayazit. Os fragmentos estavam perto do contorno da Formação Durupinar. Embora seja formada por limonita, uma espécie de minério de ferro, há quem enxergue nela os contornos da arca, até em função do tamanho — são cerca de 170 metros de comprimento, enquanto a descrição bíblica fala em 150 metros (300 côvados, na medida antiga).

O arqueólogo responsável pelas escavações, Faruk Kaya, reconhece que a datação das cerâmicas encontradas é consistente com a associada aos eventos do Gênesis. “Essas descobertas mostram que esta área teve atividade humana na Antiguidade”, declarou, ao jornal israelense The Jerusalem Post. Ele é integrante do projeto Noah’s Ark Scans, formado por especialistas turcos e americanos em áreas como geofísica, química e geoarqueologia. Desde 2019, eles têm intensificado a busca por vestígios conclusivos do barco feito por Noé por ordem de Deus, para salvar a vida humana e animal da Terra.

O professor Kaya disse, ainda, que as descobertas mais recentes apontam para a necessidade de mais atenção ao sítio de Durupinar, e não apenas para aprofundar as pesquisas sobre a eventual presença de restos da arca de Noé — mas, também, por sua preservação. “Até mesmo a remoção de pequenas pedras com marcas pode apagar evidências preciosas”, alerta.

Um dos mais épicos episódios descritos nas Escrituras, o Dilúvio durou 150 dias, após chuvas torrenciais que duraram 40 dias. É certo, portanto, que grande quantidade de alimentos para manutenção das espécies animais, além de utensílios para seu preparo e para as refeições de Noé e sua família, foram trazidos a bordo. O pessoal do projeto já encontrou grande quantidade de matéria orgânica e vestígios de madeira em decomposição na localidade, além de evidências de uma estrutura única, que poderia ser artificial, sob a superfície, diferente do material circundante.

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