A Igreja de Jesus jamais deve temer o Inferno, assim como os profetas de Israel do passado não recuaram diante das ameaças de reis corruptos e perversos, que governaram o povo do Senhor. Muitos dos servos de Deus, inclusive, pagaram com a vida, mas o sangue derramado desses heróis da fé se tornaram sementes, as quais brotaram e espalharam as Boas-Novas aos quatros cantos da Terra. Assim somos nós hoje, pois servimos a Deus.
Por intermédio de Zacarias, o Altíssimo prometeu ser para nós um muro de fogo, intransponível e protetor da santa obra. A Igreja tem sido ameaçada na sua santidade por pessoas que nada entendem da vontade divina e a usam em benefício próprio. Mesmo que alguns andem por caminhos tortuosos, precisamos continuar a servir a Cristo. Ele é tudo em todos! Estamos protegidos por esse muro de fogo. Um dia, veremos a glória do Pai!
O Todo-Poderoso declarou que seria a nossa glória, além de ser um muro de fogo que nos guarda das ações do Inferno, o qual tenta sujar a obra de Deus e destruir os planos divinos. Precisamos buscar a presença do Pai, a fim de não atrapalharmos Seus desígnios para esta geração. Nada O impedirá de cumprir Suas promessas a nosso respeito.
Não há proteção melhor do que o Senhor. Ele é um muro de fogo que nos defende das investidas do diabo. Moisés subiu ao monte, e a nuvem cobriu o monte durante seis dias, como diz a Palavra: E habitava a glória do SENHOR sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; e, ao sétimo dia, chamou o SENHOR a Moisés do meio da nuvem (Êx 24.16). Ninguém via o que Moisés fazia lá!
Era um dia especial para Moisés, conforme narrado nas Escrituras: E o aspecto da glória do SENHOR era como um fogo consumidor no cume do monte aos olhos dos filhos de Israel (Êx 24.17). Então, a voz de Deus o chamou, Moisés esteve lá com Deus por 40 dias e 40 noites, e o Onipotente o instruiu quanto ao que dizer aos israelitas. Era a doutrina do Céu que lhes seria revelada, da qual bem fariam, se a assumissem e a praticassem!
Em uma ocasião, Elias estava no cume de um monte, quando Acazias, o rei ímpio de Israel, ordenou que um capitão com 50 soldados levasse o profeta à sua presença. Elias, então, respondeu ao oficial: Se eu, pois, sou homem de Deus, desça fogo do céu e te consuma a ti e aos teus cinquenta. Então, fogo desceu do céu e o consumiu a ele e aos seus cinquenta (2 Rs 1.10b).
O rei enviou um segundo capitão, com mais 50 soldados e tiveram o mesmo fim. Acazias enviou, então, um terceiro, também com 50 soldados. No entanto, este capitão, cheio de sabedoria, pediu que Elias poupasse a vida dele e daqueles 50 homens e descesse, ao que o profeta atendeu. Não podemos desprezar a autoridade dos homens de Deus; afinal, eles são cercados por um muro de fogo.
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares