O Espírito de Deus tem conhecimento de tudo o que ocorre no mundo. Ele sabia da queda da nação maligna e da sua desordem pela Terra. Não há como o mundo suportar tais afrontas. A pessoa que teme o Senhor sabe que nenhuma arma forjada contra ela prosperará (Is 54.17), mesmo com as ameaças do diabo. Deus é maior e mais poderoso do que aqueles que se levantam contra Ele. Creia na Sua Palavra!
Os babilônicos nem imaginavam quem estava por trás deles. Ninguém teria poder sobre quem é abençoado pelo Altíssimo. Foi uma entrega direta e perfeita feita por Deus, para que o povo de Judá aprendesse a respeitá-Lo; afinal, o Senhor o tornara livre e próspero. O castigo da Babilônia foi inimaginável. Em retribuição ao que fizeram a Israel, o mal, vindo dos quatro cantos do planeta, a atingiu.
O Senhor sabe lidar com todos, mas, quando alguém ultrapassa os limites, por certo será castigado à altura. A Babilônia cresceu em todos os sentidos: enriqueceu de bens materiais, avançou na ciência e na sabedoria, conquistou nações praticantes de todo tipo de culto, inclusive aqueles nos quais crianças eram sacrificadas aos demônios. No entanto, o Altíssimo os açoitou pelo que fizeram ao Seu povo!
Ninguém suspeitava daquela destruição; porém, quando a mão de Deus começou a agir, Ciro, o enviado dos Céus, chegou com poucos soldados e se espantou com a facilidade encontrada. Um pequeno plano permitiu sua entrada pelos canais de água que alimentavam a cidade. Eles tentaram afastar quem veio com Ciro, mas não havia mais condição. O povo babilônico estava perdido!
Isaías previu a invasão que ocorreu um pouco mais de 150 anos depois. O Senhor agiu para devolver Israel à sua terra; afinal, o povo aprendeu a não mais se dar ao inimigo. A volta foi devagar, mas precisa. É quase inacreditável, mas nenhum exército podia parar a sua marcha. Assim, o povo de Deus via a liberdade surgir para a terra abandonada. Em breve, os israelitas estariam comemorando a sua volta.
Isso nos faz lembrar da Igreja que recebeu a promessa do retorno do Mestre para libertá-la da opressão que ocorrerá sobre os quatro cantos do mundo. Quando ninguém estiver esperando, ao soar a última trombeta com grande estrondo e alarido, Cristo voltará para nos levar ao Seu Reino (Mt 24). Esperemos com paciência, pois Ele tem ouvido o nosso clamor (Sl 40.1).
De repente, a destruição cairá sobre toda a Terra, mas estaremos longe de tudo isso. Será uma tempestuosa desolação. A Igreja espera por esse momento único, embora não possamos conhecer ainda. Mas oramos: Ora, vem, Senhor Jesus! (Ap 22.20)!
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares