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02/10/2026

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Eleições 2026: veja o que pode e o que não pode levar no dia da votação

Por André Santiago, do Ongrace

Eleições 2026: escolha dos representantes que ocuparão cargos nos Poderes Executivo e Legislativo nos próximos anos.– imagem: Arquivo gov.br – modificada por IA

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Os brasileiros voltarão às urnas no dia 4 de outubro durante o primeiro turno das Eleições 2026. Para evitar imprevistos, recomenda-se conferir o local e a seção eleitoral com antecedência. No dia da votação, não é obrigatório apresentar o título de eleitor em papel, mas é necessário portar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, CNH, passaporte, certificado de reservista ou carteira de trabalho. O aplicativo e-Título também é aceito como identificação, desde que contenha a foto do eleitor.

A votação ocorrerá das 8h às 17h pelo horário de Brasília, e a recomendação é levar anotados os números dos candidatos escolhidos. Celulares, câmeras, filmadoras e outros equipamentos eletrônicos não podem ser levados para a cabine, mesmo desligados. Antes de se dirigir à urna, o eleitor deverá deixar esses itens no local indicado pela mesa receptora e poderá recuperá-los após votar.

Este ano o eleitor fará seis escolhas: deputado federal, com quatro dígitos, seguida de deputado estadual ou distrital, com cinco. Depois, serão escolhidos dois senadores, cada um com três dígitos. Na sequência, vêm governador e presidente da República, ambos registrados com dois dígitos.

Um eventual segundo turno para presidente da República e governadores está marcado para 25 de outubro, no mesmo horário que a votação do primeiro turno.

Do papel à urna eletrônica

A forma de votar também mudou ao longo da história brasileira. Durante décadas, os eleitores registraram suas escolhas em cédulas de papel, posteriormente contabilizadas durante a apuração. A transformação começou a ganhar forma na década de 1980, com a informatização do cadastro eleitoral. Em 1994, a Justiça Eleitoral realizou pela primeira vez a totalização de uma eleição geral por computador, embora os votos ainda fossem registrados em papel.

Dois anos depois, nas eleições municipais de 1996, a urna eletrônica estreou oficialmente. Naquele pleito, mais de 32 milhões de brasileiros, cerca de um terço do eleitorado, utilizaram o equipamento em 57 municípios. A utilização foi ampliada em 1998, e, nas eleições municipais de 2000, todos os eleitores brasileiros passaram a votar eletronicamente.

Trinta anos depois da estreia da urna eletrônica, a recomendação continua simples: consultar previamente onde votar, separar um documento com foto e levar os números dos candidatos anotados em papel. São cuidados que podem tornar a passagem pela seção eleitoral mais rápida e evitar contratempos na hora do voto.

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