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Com o tema Ano da Remissão, em 2026, a Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD) na cidade de São Paulo viveu, na última sexta-feira (15), uma jornada de fé, ensino da Palavra de Deus e oração com o Missionário R. R. Soares. Ele esteve presente em campanha em três templos na capital paulista Sacomã, Tatuapé e Vila Nova Cachoeirinha com o fôlego daqueles que renovam suas forças no Senhor. Como os sinais acompanham aqueles que creem, dezenas de pessoas, nos três endereços, encontraram a sua remissão.

Na IIGD de Sacomã, Soares invocou a presença do Senhor e afirmou o poder de Deus sobre todo mal, pecado e toda angústia. “A única coisa que pode impedir a ação do Senhor, hoje, é a incredulidade”, alertou. A ênfase na necessidade de se ter fé para alcançar o favor divino foi um dos fundamentos das mensagens ministradas pelo Missionário ao longo do dia. “São Paulo tem 1 milhão de coisas para se fazer”, disse R. R. Soares. “Porém, você escolheu estar aqui para receber a bênção do Senhor e não veio para perder a viagem, não; hoje, Deus quer lhe abençoar.”

Para a maioria presente às três reuniões, essa palavra se cumpriu. Luzinete Nascimento, de 63 anos, chegou ao culto na “Tenda” como é chamado o templo em Vila Nova Cachoeirinha, adaptado em uma estrutura móvel com dores decorrentes de um derrame nos joelhos. Assim, foi uma das primeiras a se dirigir à frente do púlpito, atendendo ao convite do Missionário. “Você crê?”, foi a pergunta que R. R. Soares lhe dirigiu. “Creio”, foi a resposta, resoluta. “Quando prego, sei que Deus vai operar maravilhas”, enfatizara. “Não por minha causa, que eu não sou capaz de abençoar ninguém; mas, pelo poder do Nome de Jesus”. E foi por meio desse Nome que Luzinete saiu dali curada.

Também presente nas reuniões, ao lado do Missionário, o filho mais velho, o cantor e deputado David Soares (União-SP), cantou louvores ao Senhor com a Igreja. David também disse palavras de ânimo é fé aos presentes: “Deus coloca, hoje, Sua Palavra no seu coração, e você tem de tomar uma decisão. Talvez, esteja precisando de uma resposta, uma direção, um livramento Deus vai lhe falar o que fazer”, orientou o deputado.
Ao longo das reuniões de sexta-feira, o Missionário fez questão de lembrar a própria trajetória de fé: “Eu aceitei Jesus como Salvador com seis anos de idade e nunca mais O abandonei. Parece que foi ontem à noite, e já se vão mais de 70 anos”. Ele lembrou que, na época, seu pai estava afastado do Evangelho; a mãe, seguindo outra religião, e os irmãos, também fora da igreja. “Então, pedi a Jesus: ‘Traga papai, traga mamãe e meus irmãos’. E Jesus foi trazendo”, alegrou-se. Assim como fizera na véspera, em Osasco, Soares ministrou, em suas mensagens, textos bíblicos, como o do evangelho de João 15. Ele salientou o versículo 4: “Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim”.
Como tem sido marcante em seu ministério, o Missionário sempre encerra sua participação nas campanhas clamando ao Senhor junto aos presentes e intercedendo por eles. Em Sacomã, Tatuapé e Vila Nova Cachoeirinha, ele fez questão de orar com os que decidiram se entregar a Cristo e tomar posse da cura física, já garantida no Calvário. “Estou esperando você aqui, pode vir”, apelou direcionando a oração àqueles que apresentavam doenças ortopédicas, bem como perda de mobilidade e o que se viu foi a ação divina, tocando os presentes e alcançando almas.

Eunice Aparecida foi uma das pessoas que vivenciaram o milagre. Ao realizar a cirurgia do fêmur em 2019, permaneceu com dores constantes e andava com o auxílio de bengala. Mas, após a oração da fé, conseguiu correr pelo templo, emocionada, alcançando a vitória.

Obreira da IIGD, Maria José Souza Ferreira, 77, não deixou que a dormência em seus pés a impedissem de participar da reunião no Tatuapé. Inflamações no nervo ciático provocavam limitações e fortes dores, mas o desconforto desapareceu durante a intercessão.

Marli Lúcio, de 83 anos, compartilhou com o Missionário que tivera um tumor na coluna. “Fui operada, mas a médica falou que eu não andaria mais e ainda usaria sonda”, lembrou. Marli chegou ao culto andando, embora apoiada em uma bengala. Depois da reunião, bastante aliviada, narrou sua melhora. “Eu sentia muitas dores nos dedos dos pés, e não andava sem a bengala”, relatou. Após a oração, contudo, foi capaz de caminhar com segurança e até dar uma corridinha pelo corredor, apelidado pelo Missionário de “passarela dos curados”. “Eu nunca consegui fazer isso, depois que fui operada”, disse, entre lágrimas. “A dor passou!”





