
Dia Mundial da Alfabetização reforça a importância do acesso à educação
08/09/2026Por Viviane Castanheira, do Ongrace

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Enquanto o Brasil parava para celebrar os 204 anos de independência, no interior de São Paulo outros tipos de liberdade estavam sendo conquistados: do pecado, da dor, das bengalas e de andadores. Na segunda-feira, 7 de setembro, o Missionário R. R. Soares esteve em campanha de fé e milagres em mais três cidades do interior paulista: São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente. Três cultos, um só propósito: ter vidas transformadas.

A primeira reunião foi às 9h, em São José do Rio Preto, onde Natália Caldeira Lima, 38 anos, chegou com o braço esquerdo parado pela dor e, poucas horas depois, conseguiu levantá-lo. “O nervo estava duro e agora eu consigo mexer o braço, sem dor”, declarou. À tarde, às 14h, a caravana seguiu para Araçatuba e, à noite, às 18h, encerrou em Presidente Prudente. Nesse dia memorável, bengalas e dores de décadas ficaram para trás antes de o culto terminar. Em cada reunião, o momento de louvor preparava o ambiente antes da palavra de fé.

Pr. Douglas Barreto conduziu a adoração nos três encontros. “Milagres vão acontecer no nosso meio, no Nome de Jesus. Eu não sei há quanto tempo você está aguardando o cumprimento de uma palavra, mas chegou o dia da sua bênção”, determinou o pastor, que é ministro de louvor na sede em São Paulo.
Em São José do Rio Preto, o Missionário pregou sobre a história do rei Josias, narrada em 2 Crônicas 34, e falou sobre o propósito divino para cada vida. “Você não é um produto do acaso. Só Deus pode transformar você de um pecador em um ‘santo’, de um pobre em um rico, de uma pessoa que está para morrer em uma que ainda vai viver muito tempo com saúde”, ressaltou. Ao final da pregação, a multidão levantou as mãos para orar por salvação e pela cura de enfermidades.

Foi então que as bengalas começaram a ficar para trás. R. R. Soares desceu do púlpito e caminhou ao lado de quem, minutos antes, mal conseguia dar um passo. Chegou a correr com um grupo de pessoas curadas ali mesmo, durante a oração. “A unção está sobre você”, repetia ele, segurando a mão de alguns presentes.

Em Araçatuba, Alaíde Pedrosa da Silva, 88 anos, chegou com arritmia, artrose e osteoporose, mas com uma certeza no coração: “Eu creio que posso sair daqui andando sem bengalas, hoje”, disse, antes da intercessão. E saiu. Depois de orar com fé, conseguiu caminhar sem o apoio.

Mauro Aparecido Basílio, 61 anos, não firmava a perna esquerda desde um AVC, há um ano e meio. “Eu creio que Deus pode me curar e tenho fé que vou andar”, afirmou antes de ver o milagre acontecer.

Em Presidente Prudente, Angelo Macedo Leão, 87 anos, não conseguia caminhar por causa de dor nas pernas. Levantou-se, andou, e resumiu tudo em poucas palavras: “Estou sem dores, aleluia”.

Por causa de problema na coluna, Jucimara Palancio Jorge, 53 anos, havia parado de andar. No entanto, ao receber sua bênção, ela não só andou, como também correu pela Igreja. “Eu estou curada!”, exclamou emocionada.





